"A grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo que seus animais são tratados". Mahatma Gandhi.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Escolhendo um cão adulto com o temperamento certo

Kristin Mehus-Roe

Entender o temperamento de um cão ajuda a determinar quanto treinamento ele pode necessitar. Se você não tem tempo, interesse, paciência ou conhecimento para trabalhar com um cão pobremente socializado, sofre de ansiedade de separação, não se dá bem com crianças, é nervoso ou excitado, não é justo para o cão e para você levá-lo pra casa. É melhor que ele seja adotado por alguém que pode colocar um esforço extra no treinamento e que você selecione um cachorro que melhor se enquadra no seu estilo de vida. Para ajudar a determinar o temperamento de um cão, tente as seguintes dicas:

Cheque sua sociabilidade. Se você quer que seu cão seja seu melhor companheiro e uma parte integral da sua família, procure um que ame pessoas. Peça para visitar o cão privativamente em uma área calma. Se ele for um cão bem socializado, ele vai solicitar a sua atenção se aproximando com o rabo abanando e lambendo ou cutucando você. Ele deve inclusive se aproximar de uma criança de uma maneira amigável. Este é um bom sinal de que ele é pelo menos tolerante a crianças.

Cheque a tolerância do cão em relação a afeições físicas. Para determinar quanto de contato um cão pode tolerar, acaricie-o uma dúzia de vezes. Ele se inclina para obter mais carinho ou ele se afasta?

Teste o nível de excitação. Faça barulho e movimentos como saltar por vários segundos. Quão excitado o cão fica? Quanto tempo ele leva para se acalmar novamente? Se ele ficar excitado, pular em você e demorar muito tempo a voltar ao normal, ele provavelmente requer uma pessoa com paciência que possa lhe dar uma atenção extra. Se ele se tornar agressivo, ele requer um lar onde possa receber um treinamento especial. Se ele ficar excitado e brincalhão, mas se acalmar rapidamente, ele pode ser uma excelente escolha para uma família com crianças.

Determine se o cão sofre de ansiedade de separação. Deixe o cão sozinho por alguns minutos. Quando você retornar, observe seu comportamento. Se o animal parecer estressado ou 'fora do ar', pode ser que ele sofra de ansiedade de separação, o que requer um tratamento adicional.

Cheque a resposta do cachorro a novas situações. Leve o cão para uma caminhada curta e observe como ele reage aos sons. Você o vê assustado ou curioso? Ele tenta perseguir coisas ou seres que se movem? Cães medrosos com novas situações frequentemente necessitam socialização, treinamento, e até mesmo medicação para permanecerem calmos. Perseguidores de carros, bicicletas ou outros animais são um perigo para si mesmos e para os outros - eles podem sofrer acidentes no trânsito ou causar danos em outros animais. Estes cão precisam de um treinamento especial, uma cerca segura e uma boa coleira e guia.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Único cão da operação contra Bin Laden tem até a raça mantida em segredo

Gardiner Harris 
Do The New York Times
As identidades de todos os membros da equipe dos SEALS da Marinha dos Estados Unidos que desceram furiosamente sobre Abbottabad, no Paquistão, e mataram Bin Laden estão sendo alvo de intensa especulação, mas talvez nenhuma mais do que a do seu único integrante de quatro patas.

Pouco se sabe a respeito daquele que pode ser o cachorro mais corajoso do país. Até mesmo a sua raça é objeto de grande interesse, embora, segundo fontes militares, o mais provável é que ele seja um pastor alemão ou um pastor belga malinois. Mas o seu uso na operação indica como as forças armadas dependem cada vez mais dos cães em guerras nas quais os dispositivos explosivos improvisados provocaram dois terços de todas as baixas. Os cães mostraram-se bastante superiores às pessoas ou às máquinas na localização rápida de bombas.

O general David H. Petraeus, comandante das forças dos Estados Unidos no Afeganistão, disse no ano passado que as forças armadas precisam de mais cães. “A capacidade que eles trazem para a luta não pode ser reproduzida nem pelo homem nem pela máquina”, explicou o general.

O major William Roberts, comandante do Centro de Cães de Trabalho Militares do Departamento de Defesa, localizado na Base da Força Aérea de Lackland, no Estado do Texas, diz que o cão que participou da operação pode ter vasculhado as instalações em busca de explosivos e até mesmo farejado as maçanetas das portas, para verificar se estas estavam conectadas a armadilhas explosivas.

E, considerando que Saddam Hussein foi encontrado escondido em um buraco estreito e escuro debaixo de uma cabana de dois quartos no Iraque, a equipe dos SEALS pode ter trazido o cão para a eventualidade de Bin Laden ter construído um aposento secreto no complexo.

“Os cachorros são muito eficientes quando se trata de detectar pessoas dentro de um prédio”, afirma Roberts.

O cão também poderia ter sido utilizado para capturar alguém que tentasse escapar do complexo nos primeiros momentos da operação. Um pastor alemão ou um pastor belga malinois corre duas vezes mais rápido do que um ser humano.

A sargenta Kelly Mylott, comandante do canil da Base da Força Aérea em Langley, no Estado de Virgínia, diz que os cães são ideais para pegar um fugitivo que esteja correndo sem que se tenha que atirar nele. “Os cães que perseguem suspeitos são treinados para mordê-los e segurá-los”, diz Mylott.

Alguns cães são tão grandes que, quando saltam sobre um suspeito, o indivíduo tende a cair no chão, explica Mylott. Outros mordem os braços e as pernas. “Cães diferentes fazem coisas diferentes”, diz ela. “Mas o que quer que eles façam, é muito difícil que a pessoa consiga prosseguir muito na sua fuga”.

Finalmente, os cães podem ser utilizados para controlar um grupo agitado de pessoas – especialmente no Oriente Médio. “Existe uma aversão cultural aos cachorros em alguns desses países, onde poucos deles são usados como animais de estimação”, diz Roberts. “Os cães podem ser bastante intimidadores em tais situações”.

Mylott diz que os cães atraem a atenção das pessoas de uma maneira que as armas são incapazes de atrair. “Os cachorros podem se constituir em um impressionante fator psicológico de dissuasão”, diz Mylott.

Existem 600 cães servindo no Afeganistão e no Iraque, e esse número deverá crescer substancialmente no próximo ano, afirma o segundo-tenente Brynn Olson, do Comando Central dos Estados Unidos. Particularmente popular junto às tropas é o número crescente de cães da raça Labrador Retriever, que andam sem trela cem metros ou mais à frente das patrulhas para garantir a segurança da rota. Uma Estrela de Prata, uma das maiores condecorações da Marinha, foi concedida postumamente em 2009 a um cão chamado Remco, depois que este investiu contra um esconderijo de insurgentes no Afeganistão.

O treinamento dos cães nas equipes dos SEALS da Marinha e outras unidades de operações especiais é cercado de sigilo. O major Wes Ticer, porta-voz do Comando de Operações Especiais dos Estados Unidos, diz que as funções principais dos cães “são localizar explosivos e conduzir operações de busca e patrulha”.

“Nós confiamos nos cachorros para o fornecimento de alerta antecipado para a presença de potenciais perigos, muitas vezes salvando as vidas dos membros das Forças de Operações Especiais junto aos quais eles atuam”.

No ano passado, os SEALS adquiriram quatro vestimentas táticas à prova d'água para os seus cães, dotadas de câmeras infravermelhas e de visão noturna, de forma que os soldados responsáveis pelos animais – levando um monitor de três polegadas a uma distância de até mil metros – possam ver imediatamente aquilo que o cão está vendo. As vestimentas, que vem nas cores de pelagem de coiote e camuflada, permite que os condutores se comuniquem com os cães por um alto-falante, e as quatro custaram mais de US$ 86 mil. As equipes dos SEALS da Marinha foram treinadas para pular de paraquedas de grandes alturas e descer de helicópteros levando consigo esses cães.

Os militares usam diversas raças nas suas operações, mas as mais comuns são de longe o pastor alemão e o pastor belga malinois, que “possuem a melhor combinação geral de um faro apurado, resistência física, velocidade, força, coragem, inteligência e adaptabilidade a quase todas as condições climáticas”, segundo uma publicação da unidade de cães de trabalho militares.

Suzanne Belger, presidente do Clube Norte-americano do Pastor Belga Malinois, diz que espera que o cão usado na operação contra Bin Laden tenha sido desta raça “e que ele tenha feito o seu trabalho e voltado para casa em segurança”. Mas Laura Gilbert, secretária do Clube do Pastor Alemão dos Estados Unidos, diz estar certa de que o cachorro era um pastor alemão “porque este é o melhor!”.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Cães medrosos

Maíce Costa Carvalho

"Sempre que pensamos num cão medroso, nos vem logo à cabeça a imagem do cão submisso, aquele que (literalmente) põe o rabo entre as pernas, e que nem mesmo tem coragem de nos encarar sem se molhar inteiro. Este, no entanto, é só um estereótipo de uma das formas do cão medroso agir. Há muitos cães medrosos que agem de maneira bastante agressiva às situações que o assustam, e que, no entanto, raramente são diagnosticados como tal pelos donos. Na cabeça da grande maioria das pessoas a agressividade está ligada (quase que unicamente) à valentia. Porém, muitas vezes teremos atrás desta agressividade um enorme medo do desconhecido.
 
Tudo começa na primeira vez em que o filhote, amedrontado, reage agressivamente, com êxito ao afastar o alvo do seu medo, que pode ser outro cão, uma criança, ou mesmo seu próprio dono. Neste momento ele aprendeu que sempre que ele enfrentar uma situação que lhe causa medo ele pode agir de forma agressiva, pois o "perigo" acabará. A palavra "perigo" neste caso é bem própria, pois o cão medroso associa todas as situações desconhecidas como um perigo real. Ele não sabe discernir e, para piorar um pouco mais as coisas, raro é o proprietário que sabe lidar com este tipo de situação.

Como identificar o filhote medroso:
  • Filhotes que mostram um medo exagerado de situações novas a ele.
  • Qualquer atitude mais rude pode detonar uma atitude típica de submissão: se agachar; fazer xixi de medo; virar de barriga para cima; etc.
  • Qualquer movimento que você faz com a mão, ele já se abaixa, como se tivesse medo de apanhar.
  • Filhotes que se arrepiam (na parte de trás da nuca) sempre que cruzam com outros cães.
  • Filhotes que se assustam facilmente.
  • Filhotes que não são capazes nos encarar, eles sempre desviam o olhar.
  • Filhotes que reagem agressivamente ao se deparar com tipos humanos diferentes dos quais ele esteja a costumado. Estas diferenças podem ser relativas à idade, sexo, cor, raça, etc.
Enfim, toda a questão do medo mora na incapacidade deste filhote de lidar com situações fora do comum (para ele) e novo o assusta.

Porque é tão difícil que o proprietário identifique seu cão como medroso?

É uma questão de conceitos erroneamente pré-definidos:
  • Cães são sempre valentes;
  • Agressividade é uma reação esperada (e muito bem aceita) vinda de um filhote de cão de guarda;
  • Agressividade é sinal de valentia;
  • Filhotes que têm a iniciativa do ataque são cães de guarda ideais;
  • Medo é sinal de covardia;
Por conta deste conceitos errados, as ações inadequadas desses filhotes são consideradas normais, ou até mesmo desejáveis. Então temos um filhote que age agressivamente, sem ter qualquer aptidão para avaliar a real periculosidade da situação, e que não só não é repreendido, como muitas vezes é incentivado a agir desta forma pelo próprio dono. Afinal isto mostra como seu cão é valente!

Este proprietário, na verdade, acaba de premiar uma ação totalmente errada: o cão julgou sozinho tal situação; tomou atitudes violentas para combatê-las, e foi recompensado pelo dono. Este cão é um GRANDE candidato a cometer atrocidades: age violentamente a qualquer situação que o assuste, e jamais confiará em seu líder. Ou seja: ninguém conseguirá brecá-lo se ele resolver atacar!

Como lidar com este cão:

Tudo pode ser bastante simples se este cão for diagnosticado a tempo. Então o proprietário pode fazer um trabalho que aumente a auto-confiança deste cão; mostrando que nem tudo o que é desconhecido é perigoso.

O cão medroso, seja ele agressivo ou submisso, deve ser tratado com muita delicadeza, sem, no entanto, ser mimado. Seu dono deve saber ampará-lo de forma a fazer com que ele se sinta absolutamente seguro ao seu lado. Isto inclui um bom trabalho de socialização deste cão, e um constante reforço de que ele possui um líder que pode protegê-lo, e é capaz de identificar um perigo potencial. Em outras palavras: cães medrosos precisam de donos muito presentes e que mostrem sua liderança de forma incontestável."

domingo, 10 de abril de 2011

Projeto: Mordida, nem de brincadeira!

Olá a todos. Hoje vou comentar um assunto de extrema importância. Muitos casos de abandono de cães decorrem do fato do proprietário não saber como lidar com o cão e este acaba tornando-se agressivo com todos da casa, sejam infantes ou adultos. Essa agressividade pode gerar comportamentos destrutivos como mordidas, causando dano físico (pela dor e consequente ferida) e psicológico (possíveis traumas que as crianças possam adquirir de cachorros, fazendo com que demorem mais a voltar a ter um convívio bom com eles, ou até mesmo com que este trauma perdure para sempre).

Além disto, há o dano físico e psicológico também para os cães, que podem ser agredidos ou até mortos (dependendo da intensidade da mordida e da educação do proprietário), e sofrem (SIM) com o abandono, ainda mais se estiverem convivendo há muito tempo com a família e forem levados a um lugar que, além de estranho, tenha condições desfavoráveis a uma vida plenamente saudável.

Pensando nisto, a Canis resolveu criar o Projeto: Mordida, nem de brincadeira! É uma proposta voltada para o público infantil, podendo claro ter a participação dos pais ou familiares responsáveis, em que serão ministradas palestras para que seja passado o conhecimento necessário para que sejam evitadas as mordidas nos nossos pequenos tesouros. Conhecimentos em comportamento e comunicação canina serão ministrados de maneira lúdica e simples, de fácil compreensão.

Mais de 50% das vítimas fatais de mordidas são crianças. Ajudem-me a divulgar esta idéia. Por enquanto tenho uma palestra agendada para o dia 14/05, no valor de R$ 30,00 por inscrição (criança sozinha ou com os responsáveis), mas a idéia é também chegar até as pessoas de baixa renda. Também treino colegas veterinários ou simplesmente pessoas interessadas que queiram adotar o projeto e prosseguir com a corrente.

Tayana Briceño.
(92) 3236-5409/8445-3709
comportamentoanimal@live.com
Twitter: @Canis_Manaus

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Cães e crianças - Parte 2

Quando se fala em um cão mais adequado para uma criança, logo vem a mente: Golden Retriever. Este é sem dúvida um animal extraordinário para crianças, porque além de ter paciência com elas, é muito inteligente. Mas existem outras raças que também são boas com os pequenos.

De forma geral, os cães de raças maiores costumam ser melhores companhias para elas. Cães como o Boxer, Labrador Retriever, Basenji, Collie, São Bernardo, também podem ser ótimos com crianças. Falando em raças pequenas, acredito que a que tem mais paciência com crianças seja o Pug.

Vale lembrar que você deve sempre levar em consideração que não é só a característica comportamental da raça que conta, há variações individuais entre indivíduos de mesma raça. Como exemplo eu posso dar o Yorkshire (que geralmente não é um cão muito bom com crianças pequenas, por ser muito agitado e latidor). Outro dia eu visitei uma cliente que tem uma yorkshire que não é de latir muito. Tudo isso também vai da educação que o proprietário dá, dos estímulos físicos e mentais que ele oferece ao cão.

Outro fator que deve ser ressaltado é: você quer dar um cão para a sua criança agora, mas o tempo vai passar e um cão vive anos e anos, você terá condições no futuro de prover a atenção que seu cão merece? Terá condições financeiras? Saberá ter paciência e agir com disciplina? Terá tempo e disposição para cuidar do animal? Tudo isso são fatores muito importantes antes de optar pela entrada de um cão na casa, e o mais importante é entender que, seja a raça de cachorro que for, devem ser educados tanto os cães como as crianças, para que possa haver um convívio mais tranquilo e pacífico entre ambas espécies.

Segue um artigo muito bom sobre a escolha do cão.

http://caninablog.wordpress.com/2011/03/27/momento-chave-como-escolher-o-cachorro/

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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Cães e crianças - Parte 1


Como prevenir seu filho pequeno de ser mordido por um cão.
Cheri Lucas

É importante que os adultos tenham uma compreensão básica de que medidas preventivas podem ser tomadas para impedir que crianças sejam mordidas.

Se você está planejando adotar um cão de um abrigo, fique ciente do temperamento dele. Cães com histórico de agressão não são adequados para casas com crianças.

Antes de levar um novo cão para casa, avalie o nível de conforto que a criança tem ao ficar perto de um cão. Se ela exibe medo ou apreensão, essa atitude pode geralmente desencadear uma agressão. É muito melhor esperar mais um tempo para adotar ou comprar um cão do que arriscar a segurança da criança. O melhor a fazer é trabalhar esse medo com ela.

Advirta o pequenino para que ele não seja a primeira pessoa a se aproximar de um cachorro estranho. Permita que o cão cheire-o antes de interagir com ele. Ensine que os cães não gostam de ser abraçados em volta do pescoço ou de serem beijados. Crianças são geralmente mordidas no rosto ou no pescoço como resultado dessa prática.

Ensine  a criança a ler a linguagem corporal canina, lembre-a sempre de que os cães não podem conversar com ela da mesma forma que os homens conversam uns com os outros. Muitas vezes eles apresentam certos tipos de linguagem corporal para alertar as pessoas de que não estão confortáveis com a abordagem do ser humano ou com sua energia. Se a criança não consegue captar isso, o cachorro pode sentir que o seu único recurso é a mordida.

Exemplos comuns de linguagem corporal que indicam que o cão não quer interagir no momento com uma criança podem incluir: postura rígida ou imóvel, lambendo lábios, rosnando e/ou aumentando sua cauda com a aproximação. Percebendo esses sinais, peça para a criança evitar  olhar diretamente, movendo-se lentamente para longe do cão. Aconselhe-a a nunca gritar ou sair correndo de perto de um cão assim, pois isso pode provocar seu instinto presa para ir atrás da criança.

Nunca permita que provoque ou insulte um cachorro, especialmente se ele está comendo ou protegendo um item de alto valor para ele, como seu comedouro, um osso ou um brinquedo. Em última análise, sua responsabilidade é supervisionar a criança quando ela está interagindo com seu cão.

Por último, mas não menos importante, sempre procure manter-se calmo e passe essa tranquilidade para o seu animal. Cães alterados são de longe muito mais suscetíveis a morder outra pessoa do que cães equilibrados.